São Paulo, 08 de outubro de 2009 - Com sólida estratégia de sustentabilidade ao longo de seus 85 anos de história, a Suzano Papel e Celulose possui extensa base florestal para suprir as fábricas com a matéria-prima necessária à produção e dedica 40% de suas áreas próprias à preservação e conservação da biodiversidade. Assim, a empresa, que tem os recursos naturais como essência de sua atividade, tem sido constantemente desafiada pelas mudanças climáticas, que podem colocar em risco o próprio negócio com o aumento da temperatura e declínio da precipitação.
Ao adotar práticas que possam garantir a perenidade de suas atividades, a Suzano contribui também para a redução dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera. Diariamente, a empresa planta 220 mil mudas de eucalipto que dentro de sete anos irão suprir a produção de celulose e papel em suas fábricas. É essa extensa área florestal que absorve 3,8 vezes mais toneladas de carbono do que a empresa emite em sua cadeia produtiva, de acordo com o Inventário de Emissões de 2007.
Tendo como base o ano de 2000, a Suzano Papel e Celulose já realizou inventários de 2003 a 2008, utilizando a metodologia de contabilização do GHG Protocol. No ano passado, considerando os escopos 1,2 e 3, que contemplam emissões diretas e indiretas, a empresa emitiu 792 mil toneladas de carbono, enquanto no mesmo período as florestas plantadas de eucalipto nos estados da Bahia, Espírito Santo e São Paulo foram responsáveis pelos seqüestro de mais de 3,3 milhões de toneladas de carbono.
O relatório do inventário de emissões referente ao ano de 2008 está em fase de apuração, mas além da geração de créditos de carbono por suas florestas, a Suzano vem trabalhando continuamente na redução de suas emissões com projetos em que se destacam:
– Lançamento do Report Carbono Zero, cuja neutralização do processo produtivo é feita com a recomposição da Mata Atlântica em um projeto de reflorestamento da mata ciliar do Rio Faxinal, no município de Porto Feliz
– Mapeamento de oportunidades geradoras de créditos de carbono, como troca de matrizes energéticas nas fábricas e transportes;
– Redução do consumo de óleo combustível que reduzirá em 10.657 toneladas suas emissões de carbono anuais
– Redução do consumo de energia
– Otimização do processo de cálculo da biomassa alocada nas florestas
Atenta à necessidade de reduzir os níveis de emissões atmosféricas, a Suzano integra diversas iniciativas nacionais e internacionais no combate, entre eles o programa Empresas pelo Clima – EPC, lançado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (GVces), nesta quinta-feira, dia 8 de outubro.
Glossário
Escopo 1 – Emissões de gases de efeito estufa diretas. Contempla as emissões físicas da empresa, incluindo a queima de combustível, os processos de fabricação, tratamento de resíduos e transportes de propriedade da empresa
Escopo 2 – Emissões indiretas, que incluem o saldo a partir de importações e exportações de energia; como é o caso de eletricidade e vapor importados e exportados
Escopo 3 – emissões indiretas, contempla fontes de emissão atribuíveis à atividade da empresa, incluídos os serviços de transporte por terceiros.
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