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08/05/2020

Em tempo de isolamento social, a Suzano valoriza a importância da família e apoia a maternidade em suas múltiplas faces

No mês que comemoramos o Dia das mães e Dia da Família, a empresa conta histórias que inspiram e transformam e encontraram no amor a resposta para os desafios atuais

Vivemos tempos desafiadores, onde as famílias estão isoladas em casa. Para a Suzano, o papel de quem cuida sempre foi muito importante e, por isso, a empresa comemora as datas do Dia das Mães e Dia da Família, para valorizar aqueles que estão com as crianças, sejam eles mães solteiras, pais, avós, tios, pais adotivos ou até mesmo um amigo. Para a empresa, por meio de seu Grupo Plural, todos devem ser representados e homenageados.

A analista de CSS PL, Mônika Campagnaro Massuco, 37 anos, é uma dessas mulheres. Há 10 anos na Suzano é mãe do Bento, de dois anos. “A Suzano me surpreendeu em minha gestação, onde tive todo o zelo e carinho dos colegas de trabalho, em especial da área de Qualidade de Vida, que teve todo o cuidado em sempre saber do meu bem-estar. Me sinto completamente realizada por ter duas profissões: analista e mãe”, conta.

Em home office, por causa da pandemia do coronavírus, para administrar o tempo, cria rotinas, delimitando os horários para o trabalho, atividade com o filho, lazer e outras responsabilidades. “Confesso que no início foi desesperador, pois meu filho é muito pequeno e não entende que estamos em casa trabalhando. A sala virou uma brinquedoteca: no início do dia, deixo uma mesinha com papéis, giz de cera, lousa, massinha, quebra-cabeça, tintas, livros e vídeos educativos para ele e a escolinha adequou as atividades. Deixo meu ponto de trabalho próximo para auxiliá-lo. Todos se adequaram à rotina e estamos tendo dias mais leves e prazerosos. Mas ainda existem desafios. Quando entro em uma ligação de trabalho alerto que é possível ter um fundo musical especial, pois é inevitável sair uma vozinha doce, ou uns gritos (risos). Neste mês, não importa quem é o protagonista, assumir e se doar a criar com amor e assumir este papel que exige tanta responsabilidade é, sem dúvidas, ser mãe”, completa.

Segundo Marilza Antonia da Silva Soto, 36 anos, técnica de enfermagem do trabalho, o filho Samuel, de 6 anos, já está acostumado com as saídas dela para o trabalho. O primeiro emprego dela na profissão foi na Suzano, em uma prestadora de serviços. “Tudo no começo é difícil, principalmente na amamentação, que consegui manter até 1 ano e 7 meses. Hoje posso dizer que valeu a pena. Trabalho em uma grande empresa que tenho muito orgulho”, conta.

Sobre o trabalho, ela conta que na área da enfermagem está na linha de frente e toma todos os cuidados necessários. “Meu filho está em casa. Não vejo ponto positivo no confinamento, mas se faz necessário com muitos filmes, pipoca e paciência. Desejo que encontrem a cura para o vírus o mais breve possível. E que possamos dar muitos abraços quentinhos como meu filho sempre fala e comemorar o Dia da Família”, compartilha.

A também técnica de enfermagem do trabalho Ana Carolina Alves dos Santos Flor, 25 anos, festeja seus papéis de mãe e profissional. A mãe do Arthur, de 4 anos, conta que assim que chega em casa procura dar o máximo de atenção a ele. “Não tem como eu fazer home office, pois o meu trabalho é completamente presencial. O Arthur está ficando com a minha mãe, que no momento não está trabalhando e isso me ajuda demais, pois posso vir trabalhar tranquila, sabendo que está sendo bem cuidado. Para mim, o Dia das Mães é todo dia. Da mesma maneira que cresci vendo minha mãe sempre lembrar das minhas avós, hoje posso fazer o mesmo pela minha mãe e minha sogra. Hoje, muitas mães fazem papel de pai e muitos pais o de mãe, então temos apenas que aceitar toda forma possível de família. Eu desejo que todas as mães do mundo não se sintam culpadas pelo que acontece no dia a dia, estejam elas sem dinheiro, em quarentena ou desempregadas. Se acalmem, vai passar. Força, pois nossos pequenos precisam de nós”, conclui.

Quem também tem história para contar é a ferramenteira Erika Cristina Rodrigues, 40 anos, há mais de cinco anos na empresa, que é separada e mãe de Lucas, 19 anos e Matheus Rodrigues, de 11 anos. “Me tornei mãe um pouco cedo, aos 20 anos de idade, quando nasceu meu primeiro filho. Foi uma mistura de sentimentos entre amor, medo, ansiedade, sem saber como seria. Depois de 8 anos, nasceu meu segundo filho, desta vez eu estava um pouco mais experiente. Ser mãe foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, uma dádiva de Deus, um amor único e incondicional”, diz.

Sobre a atual situação da pandemia, Erika conta que o serviço que presta é de campo e dá suporte para manter o atendimento essencial dos produtos que a empresa produz, por isso ela não está em home office. Mas, após o expediente, tenta conciliar o tempo entre as aulas EAD, auxiliar o filho em suas aulas, tarefas escolares e passar o tempo juntos. “O desafio é manter a saúde mental diante de tudo isso. Todos devemos tirar pelo menos um aprendizado do que estamos vivendo, como mais amor ao próximo, dar valor ao tempo, ao aperto de mão, ao abraço e empatia. Por isso é de grande importância o trabalho realizado pelo Grupo Plural, pois nos apoia, nos valoriza e nos mostra que todos juntos somos mais fortes. Tenho o apoio dos meus filhos, da empresa e de gestores. Sempre houve um bom entendimento quando necessitei levar ao médico ou comparecer em reuniões escolares. Simplesmente amo minha jornada profissional e a maternidade”, finaliza.

Para Mauro Mochida Peixoto, gerente de Gente e Gestão da Suzano, a empresa valoriza muito o papel de seus colaboradores como profissionais e em suas famílias e tem dado todo o suporte neste momento. “Existe um olhar diferenciado, focado sim em resultado, mas com atenção especial ao lado humano. Manter a comunicação com cada um e mantê-los tranquilos e seguros, oferecendo as ferramentas necessárias para a execução das atividades, tem sido um dos nossos focos”, esclarece

Plural

O Grupo Plural foi criado em 2016 com o objetivo de proporcionar iguais oportunidades para pessoas de diferentes gêneros, etnia, orientação sexual e limitações e combater qualquer tipo de preconceito dentro do ambiente de trabalho. Orgânico e voluntário, o movimento ganhou força e, depois de ampliado em 2018, foi institucionalizado no ano passado como estratégia de Sustentabilidade, Diversidade e Inclusão da Suzano. O Plural é dividido em diferentes frentes de atuação, entre elas, a de mulheres, PCDs, LGBTI+, gerações, negros.

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