
A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, inaugurou um Centro de Tecnologia Operacional (CTO), na Unidade de Mogi das Cruzes (SP). O espaço para a monitorar, em tempo real, as operações das sete fábricas de bens de consumo da companhia no País, responsáveis pela produção de itens como papel higiênico, lenço facial, fralda, papel toalha, guardanapo, entre outros.
Inaugurado no último mês, o CTO foi criado para padronizar indicadores, antecipar falhas e aprimorar a gestão industrial por meio do monitoramento contínuo das operações. A estrutura integra dados, processos e indicadores das sete unidades em uma única plataforma, ampliando a eficiência e a confiabilidade dos sistemas produtivos. O espaço permite análises sobre produção, qualidade, perdas e confiabilidade, garantindo maior agilidade na tomada de decisões.
“O CTO amplia a confiabilidade dos processos e nos traz percepções importantes para tornar nossas operações ainda mais assertivas, ao integrar tecnologia, dados e pessoas. Com isso, fortalecemos a eficiência, aumentamos a segurança e avançamos para um modelo industrial mais sustentável e inteligente, capaz de gerar e compartilhar cada vez mais valor para a companhia e para o planeta”, afirma Reginaldo Duarte, gerente de Qualidade, Meio Ambiente e Estratégia, da Suzano.
Segundo Reginaldo, a nova estrutura ainda está em operação assistida. Após o período de comissionamento, ou seja, a fase inicial em que são realizados testes e ajustes para garantir que todos os sistemas funcionem conforme o planejado, além do suporte remoto às demais fábricas, o centro vai promover maior integração entre as equipes, que poderão acompanhar, por meio de telas interativas, a mesma visão operacional da sala de Mogi das Cruzes.
“O CTO consolida e analisa dados de equipamentos, processos e indicadores em uma visão única e em tempo real. Além do monitoramento, a sala integra manutenção, performance industrial e indicadores de negócio, permitindo avaliar impactos cruzados, desenvolver automações e aplicar análises preditivas de forma unificada”, completa Reginaldo.