Suzano antecipa para 2025 meta que visa capturar 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera

Inicialmente, companhia previa atingir o resultado somente em 2030 A Suzano, referência global na produção de bioprodutos ...

10/29/21
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Suzano antecipa para 2025 meta que visa capturar 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera

Inicialmente, companhia previa atingir o resultado somente em 2030

A Suzano, referência global na produção de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, anuncia hoje a revisão de um de seus “Compromissos para renovar a vida”, conjunto de 14 metas de longo prazo estabelecidas pela companhia. O objetivo da Suzano de remover 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera até 2030 foi antecipado para 2025. Com isso, a empresa reforça sua condição de ser ainda mais positiva para o clima a partir da remoção líquida de carbono da atmosfera em um ritmo mais acelerado do que aquele previsto anteriormente.

A antecipação da meta em cinco anos é suportada pela ampliação de cobertura vegetal neste período, por meio de plantios comerciais e de áreas destinadas à conservação, em locais antes degradados e antropizados. Ao absorverem carbono da atmosfera, as árvores cumprem um importante papel no combate à intensificação do efeito estufa.

Além disso, a Suzano mantém iniciativas e frentes efetivas para reduzir as emissões em suas operações próprias e na cadeia (escopos 1, 2 e 3), e dará continuidade ao processo de aprimoramento de manejo florestal de forma a evitar perdas, maximizar a produtividade e ampliar a remoção de carbono.

Em paralelo, segue comprometida e envolvida na discussão de novas metodologias para reporte de emissões e remoções e a construção de metas vinculadas às Mudanças Climáticas, como a Science Based Target Initiative (SBTi) e o guia para uso da terra do GHG Protocol.

“A antecipação do prazo de 2030 para 2025 reforça o nosso compromisso de captura de carbono da atmosfera e comprova nossa percepção de que as mudanças climáticas são um tema prioritário. Precisamos tratar a descarbonização da economia mundial com seriedade e urgência compatíveis à importância dela para esta e as próximas gerações”, diz Walter Schalka, presidente da Suzano. Para efeito de mensuração da meta de remoção de carbono, a Suzano contabiliza apenas a base florestal em pé. A madeira colhida é subtraída do cálculo.

As discussões sobre o aumento constante na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, que tem agravado o aquecimento global, terão um capítulo importante na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada entre os dias 31 de outubro e 12 de novembro em Glasgow, na Escócia, e que contará com a presença de representantes da Suzano.

A companhia tem participado de uma série de eventos e encontros com empresas, representantes do governo brasileiro e lideranças globais para abordar os temas a serem discutidos na COP26. A companhia tem defendido que, para que sejam atingidas metas concretas de cortes de emissão de carbono no longo prazo, governos, empresas e a própria sociedade civil precisam estabelecer e alcançar objetivos de curto e médio prazo.

Um desses eventos, o Seminário “COP26 em pauta: o que é notícia para o Brasil”, foi promovido hoje pela Suzano e tinha como objetivo ampliar o nível de conhecimento da Imprensa em relação aos temas que serão discutidos na COP26. A nova meta de captura de carbono também foi apresentada durante o encontro.

A remoção de carbono da atmosfera, medida que ajuda a combater a crise climática, é uma das principais metas de longo prazo da Suzano. Os “Compromissos para renovar a vida” definidos pela empresa são reportados anualmente e contam com verificação de terceira parte independente. Eles podem ser consultados no endereço https://centraldeindicadores.suzano.com.br/metas-de-longo-prazo/.

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