
A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, lança um canal de acolhimento voltado a colaboradoras, colaboradores e dependentes que sofrem violência de gênero e violência doméstica. O serviço está disponível no Tele Faz Bem, que conta com atendimento 24 horas gratuito e sigiloso em diferentes frentes, desde psicologia até consultoria jurídica.
Nos casos de violência de gênero, incluindo violência doméstica e abuso psicológico, as vítimas serão acolhidas por uma assistente social especializada no tema que iniciará o suporte e o aconselhamento da vítima. Dependendo do caso, o atendimento pode ser ampliado para outras áreas de apoio do programa, como auxílio social e jurídico. O serviço é voltado não apenas para violência física, mas também para violência psicológica, sexual, patrimonial e moral, quando um(a) parceiro(a) agride a vítima com injúria, calúnia e/ou difamação.
Além das mulheres, que são as principais vítimas de violência doméstica ou familiar – em 2025, 3,7 milhões sofreram com o problema, segundo dados oficiais do governo brasileiro – o canal está aberto a qualquer pessoa (colaborador ou dependente) que vivencie o ciclo da violência, garantindo sigilo absoluto e todo o suporte necessário.
“Estamos acompanhando a triste escalada da violência doméstica em nosso país e decidimos ampliar nossas ações de promoção de um ambiente seguro, diverso, acolhedor e livre de violências, indo além do ambiente de trabalho”, afirma Malu Paiva, Vice-Presidente de Sustentabilidade, Comunicação, Saúde, Qualidade de Vida e Segurança da Suzano.
Além do novo serviço, a Suzano tem uma série de parcerias que buscam a proteção das pessoas. Alguns exemplos são o programa Agente do Bem, presente em todas as unidades fabris, que conta com ações de conscientização contra o abuso, a violência e a exploração sexual de crianças e adolescentes, e a violência física, psicológica e sexual contra mulheres; e o projeto Todo por Elas, uma parceria da Suzano com o Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJMS) para fortalecer as campanhas anuais de prevenção à violência contra a mulher e o combate ao feminicídio, promovendo ações integradas de conscientização, educação e apoio às vítimas em territórios de atuação da empresa.
Sinais da violência
Para mudar a realidade da violência de gênero, é preciso que a rede de contato das vítimas também participe do acolhimento. Perceba os sinais de que algo não vai bem e saiba como agir.
O que observar
• Mudanças de comportamento ou isolamento social
• Comentários, mesmo em tom de piada, sobre controle, ameaças ou humilhações
• Marcas físicas ou sinais de sofrimento emocional
• Aumento da insegurança para tomar decisões pessoais de maneira autônoma
Como agir
• Coloque-se à disposição para ouvir
• Escute com empatia e sem julgamento
• Oriente sobre canais de acolhimento, denúncia e apoio disponíveis
• Em casos de risco imediato, acione as autoridades competentes