Suzano, ILO, and Global Compact forge partnership to strengthen the human rights protection and decent work agenda in the forestry sector

Iniciativa consolida agenda estratégica multissetorial, com ênfase em diálogo social, devida diligência em direitos humanos e cadeias produtivas mais responsáveis

5/25/26
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Suzano, ILO, and Global Compact forge partnership to strengthen the human rights protection and decent work agenda in the forestry sector

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Pacto Global da ONU – Rede Brasil celebraram na última semana uma parceria estratégica para impulsionar a agenda de proteção aos direitos humanos no setor florestal. A assinatura da parceria foi realizada durante reunião institucional no Escritório da OIT no Brasil, em Brasília.

A iniciativa consolida uma agenda conjunta iniciada em 2024 com foco em padrões mais elevados de trabalho decente, práticas diligentes em direitos humanos e cadeias produtivas mais responsáveis, e marca a transição de projetos-piloto para uma abordagem sistêmica, com potencial de estabelecer referências para o setor no Brasil. A parceria combina ainda a expertise internacional da OIT em temas do mundo do trabalho, a articulação empresarial do Pacto Global e a capacidade de implementação em escala da Suzano.

Grupo de Trabalho Florestal em Direitos Humanos

Entre os principais avanços já alcançados estão a criação do Grupo de Trabalho Florestal em Direitos Humanos, a implementação-piloto de um mecanismo independente de escuta, consulta e remediação para trabalhadores da cadeia florestal, além de ações de capacitação de empresas, fornecedores e agentes públicos. Os resultados demonstram a eficácia do diálogo social estruturado como ferramenta de gestão de riscos trabalhistas e fortalecimento das práticas diligentes em direitos humanos.

Para Malu Pinto, vice-presidente executiva de Sustentabilidade, Comunicação e Marca da Suzano, a parceria representa um passo decisivo para a transformação estrutural do setor. “A agenda de Direitos Humanos exige escuta ativa, diálogo contínuo e construção coletiva. Ao unirmos os organismos multilaterais e o setor empresarial, conseguimos sair do campo da intenção e avançar para soluções concretas, capazes de promover a dignidade dos trabalhadores, capazes de reduzir riscos materiais, proteger a continuidade operacional e gerar valor sustentável para o negócio e para toda a cadeia”, afirma Malu.

Segundo Vinícius Pinheiro, diretor do Escritório da OIT para o Brasil, a iniciativa reforça o papel do diálogo social tripartite e da cooperação institucional na promoção do trabalho decente. “Essa parceria demonstra como empresas, organismos internacionais e representantes do mundo do trabalho podem construir, juntos, iniciativas inovadoras e alinhadas aos padrões internacionais, gerando soluções replicáveis para enfrentar desafios complexos nas cadeias produtivas”, destaca o diretor.”

Já Guilherme Xavier, diretor executivo do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, ressalta o potencial da colaboração para elevar o engajamento empresarial no tema. “Ao unir liderança corporativa, padrões globais e articulação multissetorial, essa parceria contribui para acelerar a incorporação dos direitos humanos no centro da estratégia das empresas, fortalecendo a sustentabilidade e a competitividade do setor florestal”, afirma.

Plataforma de Diálogo Social em Cadeias Produtivas

A agenda para 2026 prevê a consolidação do mecanismo de escuta em uma Plataforma de Diálogo Social em Cadeias Produtivas, com governança independente e arquitetura escalável, além do fortalecimento contínuo do Grupo de Trabalho Florestal e do lançamento de um pacto setorial voltado à proteção dos direitos humanos e ao trabalho decente.

Com a iniciativa, Suzano, OIT e Pacto Global reafirmam seu compromisso com a promoção do trabalho decente, a antecipação e mitigação de riscos trabalhistas, regulatórios e padrões globais e o fortalecimento de modelos de desenvolvimento que conciliam competitividade, responsabilidade social e respeito aos direitos humanos.

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